quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Outra obra do Governo Requão, Centro de Queimados de Londrina.

As belas fotos que mostro do Centro de Queimados, também chamado Hospital de Queimados de Londrina são de 1 de Outubro de 2009.






































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Congressos brasileiro e latino-americano de agroecologia reúnem mais de 2.500 pessoas.


terça-feira, 10 de novembro de 2009

Quadras esportivas cobertas, uma obra do Governo Requião..

Numa primeira fase foram 188. Numa segunda licitação 535. O objetivo a ser atingido 700, pouco mais pouco menos. As quadras servem para a prática de esporte. Para as reuniões de toda a comunidade escolar. Para o recreios em dias chuvosos. Para uso da comunidade, para casamentos, festas juninas, bailes, shows musicais, etc. É uma obra gigantesca que dá o suporte para os Jogos Estudantis do Paraná, que hoje já mobiliza em todo o estado perto de 500.000 alunos. Obra do Governo do PMDB, Requião e Pessuti.
Governos passados extinguiram os jogos, alegando falta de recursos.
Hoje ha recurso para os jogos, e para infra-estrutura .









































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domingo, 8 de novembro de 2009

O talento vence.

Projeto de Giam Sgarbi ( clique sobre a imagem, ela cresce para você curtir)
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Nada supera o talento.


Nos bastidores da industria de caminhões jovens talentos se desenvolvem. Esse desenho que você vê é o desenvolvimento do G 23 Racing by Sgarbi

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Hospital Infantil de Campo Largo, obra do Governo Requião

O Hospital que você vê não esta pronto. Tem pouco mais de 10.000 metros quadrados de área construida. Sua conclusão teve atrasos de diversas ordens. Com esses sete grandes hospitais, eu encerro a postagem de hoje, porém lembrando que além desses sete, que já valeriam o mandato de Requião, mais 34 médios e pequenos hospitais rreceberam reformas, ampliações e equipamentos.
Essa serie de obras na área de saúde, não fará sonra ao Centros de Saúde da Mulher e da Crainça. Também houve da parte do governo repasses volumosos para o Município de Curitiba para construirPostos de Saúde. Um deles homenageia o pai de Requião que foi médico. vereador e prefeito da capital em 1951.



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Hospital Municipal de Foz do Iguaçu, obra do governo Requião

Na foto vemos a estrutura mais alta e situada mais atrás como vemos na última foto, ela foi totalmente finalizada, e toda a parte mais baixa com telhado branco, construida.




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Hospital Municipal de Araucaria, obra do governo Requião.

14 milhôes de Reais foram investidos nesse Hospital Regional em Araucária. Obra do Governo Requião.
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Hospital Geral de Paranaquá, obra do governo Requião



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Hospital Geral Universitário de Ponta Grossa, obra do Governo Requião.


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Hospital de Francisco Beltrão, obra do Governo Requião

34 milhões de Reais foram gastos nesse hospital, entre construção e compra de equipamentos.
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Hospital de Reabilitação do Paraná, Curitiba, obra do Governo Requião


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Novo Colégio Estadual em Entre Rios do Oeste



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Colégio Estadual Paulo Leminski ( Ampliado e Reformado)


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Alguns dos colégios que vêm sendo reformados e ampliados pelo Governo Requião.











Colégio Estadual Presidente Rosevelt na bela cidade de Guaíra, reformado e ampliado.

Informação obtida junto à Assessoria de Imprensa da SEOP ( Aguarde fotos das escolas construídas nesse governo) ou acesse o grupog23 onde já disponibilizamos algumas.





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Algumas escolas agrícolas do Governo Requião;

Ampliação Colégio Agrícola de Castro ( OBS, fotos sem data, é possível que algumas dessa obras ja estejam inauguradas). Logo atualizaremos as fotos, por exemplo, aqui falta uma escola que fomos visitar no Parque Nilton Freire Maia, esta pronto e alberga 600 alunos em regime aberto, ensinado agroecologia.

Se não estamos enganados o Paraná possui hoje 16 Colégios Agrícolas, todos foram esquipados com tratores e implementos Agricolas, funcionam em regime de internato, e são gartuitos.





Ampliação Colégio Agricola em Palmeira.




Ampliação de Colégio Agricola. ( dormitórios em Foz do Iguaçu)




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Paraná & Portugal


Vice governador Orlando Pessuti em Portugal.

Abaixo Print Screen dos leitores do G23 em Portugal.


Nossos leitores em Portugal, de ontem para hoje ja ganhamos mais três novos IPs e abrimos mais uma cidade, somos lidos agora em 50 cidades portuguesas.


Agència Estadual de Notícias.
Condições de investimento no Paraná são apresentadas a empresários portugueses - 06/11/2009 17:31:57
O vice-governador Orlando Pessuti expôs, na manhã desta sexta-feira (6), a dirigentes da Câmara de Comércio de Portugal, empresários e representantes da embaixada brasileira em Lisboa, as vantagens oferecidas pelo Governo do Estado aos empresários com interesses em aplicar recursos no Paraná. “Abrimos algumas portas e conversas e tenho certeza que os setores agrícola, industrial e de serviços paranaenses serão amplamente beneficiados com futuros acordos”, afirmou Pessuti.

Segundo o vice-governador, as políticas públicas referentes ao Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS), o baixo preço da energia elétrica e a disposição do Governo em implementar a construção da ferrovia, através da Ferroeste, atraíram o interesse dos investidores. “Com o apoio das federações da indústria, comércio e agricultura realizaremos grandes negócios com Portugal e outros países europeus”, disse.

LINHA AÉREA – Na quinta-feira (5), Pessuti se reuniu, em Lisboa, com Luiz da Gama Mor, administrador executivo da Transportes Aéreos Portugueses (TAP). “Talvez já a partir de 2012, teremos o vôo direto da TAP de Lisboa para Curitiba e, quem sabe, de outras cidades européias”, anunciou Pessuti.

A TAP realiza vôos diretos, a partir de Lisboa e da Cidade do Porto, para Fortaleza, Natal, Recife, Salvador, Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo. No entanto, alguns levantamentos realizados pela companhia apontam para a necessidade de abrir uma rota para o sul do Brasil.

Este foi o segundo encontro realizado com a empresa, o primeiro foi em abril. “Curitiba ser importante ponto turístico, a concentração de europeus e seus descentes no sul do Brasil e as boas condições das atividades aeroviárias foram fatores observados. Mas, sem dúvida, nossa participação na Copa de 2014 foi fator de desempate”, contou Pessuti.

Segundo o vice-governador, como contrapartida, alguns reparos terão que ser realizados no aeroporto Afonso Pena. “Teremos que investir na melhoria das pistas, sinalização, equipamentos, ampliação do terminal e do estacionamento. Mas são investimentos que valem a pena, porque através deles teremos uma ligação da capital paranaense com a Comunidade Européia”, ressaltou.

Também participaram do encontro o secretário especial do governo, Cláudio Xavier, e Luiz Fernando Ribas diretor médico do gabinete da Secretaria da Saúde.

ITÁLIA – Na semana passada, o vice-governador se encontrou com dirigentes e empresários italianos, da região de Lombardia, que se interessaram em firmar importantes acordos com o Paraná nas áreas universitárias, agroalimentar, de designer e da produção de moda.

“Conseguimos mostrar tanto para comunidade italiana como a portuguesa que o Paraná pode ser a porta para o Brasil e para o Mercosul, tendo como fator primordial o Porto de Paranaguá, uma das principais portas de entrada para o Mercosul”, explicou o vice-governador.





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sábado, 7 de novembro de 2009

Colégio Estadual Pilar Maturana, Curitiba






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Portugal


Portugal; nossa querida terra mãe.
O grupo de estudos 23 de Outubro tem hoje quase trezentos leitores em Portugal. Noventa e três somente em Lisboa. Nossa primeira leitora, engenheira, aluna de pós graduação em uma universidade em Funchal, foi dela que partiu o início de nossos acessos em Portugal.
Todos nós brasileiros sabemos que temos uma imensa divida moral com Portugal nossa terra mãe. Devemos aos irmãos portugueses a base de nossa formação étnica, a nossa língua e cultura, a nossa religião católica, as nossas mais antigas cidades, a nossa mais bela arquitetura, a nossa melhor literatura, a nossa alma aventureira.
Sabemos que o pequeno Portugal ainda mantém viva uma rede de negócios que se estende pela Comunidade Européia. África, Índia, e China. Portanto possui solida tradição em negócios internacionais.
O Grupo de Estudos 23 de Outubro acredita ser possível, num ato de agradecimento ao povo português, e em nome dessa dívida moral, fazendo, através dos nossos governos federais, e suas diplomacias, acordos onde o Brasil e Portugal formassem um convênio de exclusividade. O Brasil entraria com sua imensa produção de comida, e outras riquezas destinadas à exportação, e os portugueses em justa medida com a representação comercial do Brasil. Seria então Portugal necessariamente, a porta de entrada (documental e ou de fato) das mercadorias brasileiras para a Comunidade Européia, e Portugal seria a mão ativa e representação comercial do Brasil, na África, Índia e China.
Não estamos abrindo mão de nossa competência comercial, que poderá ser exercida na medida das legítimas iniciativas e interesses nacionais, mas se daria a Portugal prioridade comercial de nossos produtos, de modo que o povo Português pudesse ter uma contrapartida econômica da produção desse imenso país, que foi iniciado pelo destemido povo português do passado, nossos antepassados comuns que nos irmanam.
Claro que a idéia pode parecer ingênua, mas mais detalhada pode ser um acelerador das relações comerciais do Brasil e Portugal com o resto do Mundo. Nós temos lido alguns documentos sobre as regras comuns de direito comercial e ambiental da Comunidade Européia e achamos que Portugal ficou, digamos engessado e limitado nas suas ações comerciais. Os produtos brasileiros dariam a Portugal um novo leque de oportunidades comerciais ao povo português. Essa possibilidade de tratativas comerciais Brasil Portugal uniria a longa tradição comercial e marítima de Portugal, às imensas riquezas do Brasil resultando num incremento do desenvolvimento de nossos países, na valorização e fortalecimento das populações católicas de língua e cultura portuguesa. Essa união poderá garantir a sobrevida das tradições e costumes, enfim cultura portuguesa no mundo atual. “Alguns brasileiros já pressentem o possível engessamento do Brasil produtivo e comercial como país periférico, fornecedor apenas de matéria prima, engessado que ficará pelos “artifícios” das leis de comércio e ambientais, impostas ao Bloco Econômico Latino Americano "Socialista”. Do qual o Brasil, provavelmente, por força das circunstâncias, participará, preservada a sua liberdade, cultural, comercial e religiosa.
Portugal, por outro lado, faria um tratamento estatístico de tomadas de preço internacionais, nas necessárias compras externas feitas pelo Brasil. Tanto Portugal como o Brasil sabem o quanto, nestas relações comerciais, temos sido lesados, por não termos, nos os brasileiros, uma perfeita visão daqueles mercados, e vós, os portugueses, uma perfeita visão e atualização do mercado sul americano. Precisamos sobreviver as amarras que tradicionais grupos comerciais e instituições financeiras vão aos poucos nos submetendo.
Sem mais para o momento, o G 23 agradece aos leitores portugueses, e solicita a divulgação dos nossos Blogs.


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sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Colégio Estadual Porto Seguro em Paranaguá



Observem que a foto é de 2008 .





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Um palácio erguido sobre ruínas.

Uma palácio levantado sobre as ruínas. Mais uma obra do Governo Requião.
Por pouco mais de 20 anos essa ruina destinada a ser o Forum, ficou abandonada em pleno Centro Cívico, como um testemunho de incuria. Requião construiu aí o Palácio das Araucarias, cujas imagens internas você vê.

























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O caso Lula. Negligência ou crime?

Na primeira foto vemos a negligência com a segurança, a falta da trava onde esta assinalado em amarelo, e a instabilidade da base sobre recortes de madeira.

Nesse caso mostramos a ausência das duas traves. Dentro do círculo vermelho vemos o encaixe da trave, sem a mesma.

Prestem atenção no estado de total insegurança nesse encaixe de trava.


Olhem o estado do material, e o arame que o segura, tinha que cair.



O tapete foi colocado para aumentar o contraste, veja bem ao centro o encaixe da trave que ali não estava, provocando a totção da Viga, e o tombo das pessoas.
Reparem que do outro lado, na coluna, também falta a trava de dentro, que deveria estar bem acima da fita amarela. Isto tudo é obvio.


Um advogado criminalista em Curitiba tirou essas fotos do incidente ocorrido no comicio de Lula em Curitiba. Aqui, o palco sem duas travas, destinava-se a imprensa. Todavia, um grupo de rapazes da juventude do PT subiu no palco reservado à imprensa, e ele ruiu antes que algum fotografo ou camêra tivesse subido nele. Assim , providencialmente, o acidente não ocorreu. As fotos foram tiradas para mostrar inúmeas negligências com a segurança. Vejam com atenção as fotos mostradas acima.


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Palco seguro

Obeservem na parte inferior do palco. Quantas colunas de suporte e quantas travas. Veja quantos apoios por metro quadrado.Se você "recortar" uma área correspondente ao palco do acidente do governador, você verá insofismavelmente o vazio de estruturas de segurança naquele palco, incluindo a ausência de suporte central. Governador, pode mandar fazer uma perícia naquela estrutura, no meu entender houve má fé na montagem do palco.

No caso do acidente com o governador do Paraná ainda houve um agravante, a estrutura metálica despencou sobre aparelhos e cabos de alta tensão, o que poderia ter matado todos eletrecutados. Esse caso não pode ficar restrito a um simples pedido de desculpas.

Se eu morasse na China resolveria o caso de maneira bem simples, o dono da empresa e seus funcionarios deveriam ficar sentado debaixo do palco durante o evento. Caiu, caiu na cabeça deles, e a justiça já estaria feita.

Aguardem tenho fotos do caso LULA.
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Nos respondam, por favor!!!

Trava é o ferro transversal que segura o esquadro. Marcada em vermelho, obeserve que num vão de dois metros há duas travas em X, portanto em um vão de seis metros deveriam haver dois ou três conjuntos de travas. Dois ou três X. Nas fotos frontais do palco, percebe-se não há as travas, mostrando a fragilidade da estrutura. ( compare com a foto da materia acima: Palco seguro. Veja o vazio da parte inferior do palco comparado com o palco seguro. Como na hora do discurso todos vêm para a frente, há uma sobrecarga, e o acidente será irreversivel. Qualquer perito em estruturas, poderá observar e confirmar ou não, o que digo aqui. Porém é obvio o que estamos mostrando. Se houve intenção, e se as televisões que nunca acompanham o governador lá estavam, no meu entender, poderão sim serem todas interpeladas criminalmente. Não se pode ter certeza, mas faltam os apoios centrais nas viga do cento do palco. Uma coluna que suporta o centro da estrutura.
Obeservem nessa foto a ausência das travas, desenhadas em amarelo. Na foto de baixo, assinalada em vermelho você verá as travas laterais, formando um X, com mais de dois metros cada em vão bem menor, na visão frontal, dado ao tamanho do vão, não as vemos, deveriam ser em número de quatro; dois X

Veja a trava, assinalada por um fino traço vermelho, assim nessa posição elas deveriam estar no vão maior. Alem, não posso comprovar pelas fotos que tenho, faltam os suportes do meio do palco, ou seja, a estrutura não iria suportar o peso, das pessoas e equipamentos. Falha também da segurança do governador, que deixou passar um estrutura com essa fragilidade.



As perguntas que não podem calar.
Todas as televisões publicaram imagens do acidente ocorrido com o governador.
Então nós do G23 perguntamos: Se as televisões estão presentes, nas inaugurações do governo Requião porque não publicam as noticias boas?
Se não estavam presentes, como é costume, quem da Equipe da Secretaria de Comunicação divulgou as imagens?
Se como é comum, nunca as televisões comerciais acompanham esse tipo de evento, como eu em diversas oportunidades pude testemunhar, e no caso do acidente estavam presentes, contra as regras e o esperável, estiveram presentes no acidente, eu pergunto: o acidente foi provocado? Como aquele ocorrido com o Lula em São Paulo, e com o Lula em Curitiba?
Quem são os proprietarios da empresa que montou o palco? Quem os contratou? Tem vínculo com a empresa que montou o palco do Lula em Curitiba?
Essa empresa vai continuar sendo contratada por orgãos publicos?
Nas fotos não se vê as travas. No caso do Lula, as travas não haviam sido colocadas.
Travas são travessas transversais que reforçam os grandes vãos.

Elas não são vistas nas fotos
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quinta-feira, 5 de novembro de 2009

A Dialética " Escondida".

A dialética “escondida”.
Existe uma realidade tão obvia que se nos escapa, muitas vezes, à consciência. A morte é para todos, todos os que nascem morrerão. Assim a vida tem uma dinâmica, aqui entendida como dialética, que nos diz que a morte faz parte da dinâmica da vida, portanto essa dialética é necessária e natural. Digo necessária porque a vida se renova na morte.
E como nós os homens realizamos essa dialética? Como ela se concretiza? Nós os homens morremos, ou vencido pela idade, ou pelas enfermidades, ou pelos acidentes, ou pela violência, ou pela luta em viver, defender a própria vida, valores, instituições, direitos e liberdade. Mas se na vida a morte é natural e inevitável, e muito da angustia, cobiça e violência tem justamente, como causa a sobrevivência a qualquer custo, isto nos cria uma seqüência infinda de ilusões, apegos, e escravidão. Esse ponto é que nos rouba a consciência da morte, num mecanismo de negação.
Todavia, a aceitação da morte, pura e simplesmente, altera em muito todos os valores vividos e defendidos. Alguns começam a acreditar que a vida, uma vez que é finita, deverá ser vivida com intensidade irresponsável, posto que morreremos, quer queiramos, quer não. A satisfação passa a ser então a linha mestra do viver humano, e a frustração o inimigo da vida intensa, o que sem nos determos muito, podemos compreender que como conseqüências têm violências, pois o outro nem sempre busca a satisfação que procuramos o que gera o conflito, pois um frustra o querer do outro. Se todos nós morreremos quer queiramos quer não, e a contemplação da vida, nos tem demonstrado que os que vivem, tiranizam os que viverão, ou outros viventes que os frustrarão, e que, como conseqüência, os homens vêm criando formas variadas de matar uns aos outros (Guerras, abortos, doenças criadas em laboratório, transito, drogas, etc.) nossa noção de crime, e responsabilidade diante da vida, vai se relativizando, numa dialética de valores que justificam o matar ou matar-se. Já aceitamos matar no ventre materno, e pela eutanásia os velhos, porque vemos a vida como economia, numa dialética de valores tiranizantes.
Quando observamos os animais, todos eles, vemos que vivem e morrem sem choradeiras dramas, ou aparente perda emocional com relação à morte.Isso nos mostra uma flagrante diferença entre esses seres, e nós os homens. Essa diferença tem uma ligação indissolúvel com a consciência e a razão. Houve já, quem propunha em cima disto que a razão é uma ilusão, uma emoção inútil, embora outros afirmem que a razão é a mãe de nossa existência.
A Razão nos leva a duas posições antagônicas, a existência de Deus ou sua negação. É a tal dialética. Os que negam a Deus caem em dois vértices bem claros, o materialismo capitalista e o materialismo socialista. O primeiro diante da relatividade dos valores morais, e da urgência da vida individual, acredita que tudo depende, em ordem da satisfação, do acumulo de capital e do lucro, e que esse objetivo deve imperar acima e soberano ao interesses dos próximos. O socialismo materialista, diante da relatividade dos valores morais, que seriam apenas acordos momentâneos, acha que todos os homens têm a mesma dignidade, e, portanto devem desfrutar na vida das mesmas satisfações, e para consegui-las, os homens devem garanti-los por quaisquer meios. Portanto o capitalismo e o socialismo geram violência, o que para eles é um valor menor uma vez que a morte é um valor natural.

Os que crêem em Deus, se apegam na permanência da vida espiritual, embora também se dividam em dois grupos, os que crêem que Deus tem valores, e os que crêem que os homens fazem os valores para Deus. Os primeiros acreditam na revelação, ou seja, que Deus não pode ser encontrado pelos homens, mas que esse pode revelar-se aos homens. Os segundos imaginam Deus inacessível, ininvestigável, irrevelável, portanto os valores morais são obras humanas e nada tem a ver coma sobrevida espiritual da alma humana. Assim temos as noções de destino, carma, reencarnação, onde o vivido, bem ou mal, evolui para algo maior, mais perfeito. Os primeiros se dividem em dois grupos, Deus tem valores, diz o primeiro, mas se revela aos poucos aos homens, segundo os desígnios dos homens, essa revelação se faz por meio dos homens, qualquer homem escolhido por Deus. Ora não é difícil perceber certa fragilidade nisso, pois difere em muito pouco do materialismo, o homem constrói os valores.
O segundo grupo, percebeu que Deus se Revela ao Homem, mas que a Vontade e Inteligência de Deus ( O Verbo) poderia se encarnar acabando de vez coma a relatividade dos valores, então Deus se tornaria investigável, visível, audível, tocável, aos mesmo tempo que nos fala da sobrevida espiritual do homem também nos fala de um tipo de vida desejável, e uma conseqüência espiritual futura, a presença de Deus, ou sua ausência, dependendo da escolha do homem. Ou seja, o homem viveria um materialismo espiritual (uma vida eterna sem Deus), ou o homem viveria um espiritualismo espiritual (uma vida eterna com Deus.). Ou seja, para quem crê e ou conheceu ao Verbo Encarnado, em Jesus Cristo, percebeu, na sua morte e ressurreição, que Deus é Deus dos Vivos e dos mortos, ou seja, abre-se a possibilidade que os valores morais sejam para essa e outra vida, ou seja, seja eterno como Deus é Eterno.

Desse modo leremos em Romanos 14,7s: Nenhum de nós vive para si e ninguém morre para si. Se vivemos, vivemos para o Senhor; se morremos, morremos para o Senhor. Quer vivamos quer morramos pertencemos ao Senhor. Para isso é que morreu Cristo e retomou a vida, pra ser Senhor tanto de mortos como de vivos (...). Todos temos que comparecer diante do tribunal de Deus. Porque está escrito. Diante de mim se dobrará todo joelho e toda língua dará Gloria a Deus (Isaias).
Ora diante da morte, dessa aterrorizante realidade, não seremos como os animais, inocentes. Seremos colocados diante das evidências da vida espiritual, e o desejo ou não de Deus.



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domingo, 1 de novembro de 2009

Enquanto nós brasileiros abandonamos nossas ferrovias, outros....

Economizam milhões com elas.





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Alta densidade demografica coordenada pela natureza.

Vejam nesse video que não é preciso ter muitos neurônios para se conviver em harmonia, dividir o espaço, o alimento e o vôo. Regras naturais e instintivas, colocam esses "pinks" ( rosas) em pacífica convivência.



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Capacidade de carga, para derrubar a Amazonia inteira.





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Trens na estrada; Austrália.



Um comboio como esse tira mais de trezentos caminhões da estrada,


Carregando combustivel com segurança.


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Desmatamento?





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No dia de finados, uma homenagem aos meus pais.

Eu sou um idiota. E daí?
Alguém me chamou de idiota. Nenhuma ofensa nisso. Poucas vezes vi alguém tão sensível, sábio, exato em sua definição e verdadeiro na sua conclusão como esse amigo anônimo. Eu também acho isso. O Google Analytcs também acha. Um cara que depois de três anos de trabalho, mais de mil e trezentos textos em nove blogs, conseguiu cair de 82% de taxa de rejeição para 71%, só pode ser um idiota. Um homem que trabalha duro, e estuda, para fazer de graça um Blog que é lido por muito poucos que o rejeitam é sem duvida um idiota. Que tem oportunidade de ganhar dinheiro com o Blog e a despreza, é um idiota. Um homem que persevera por uma mulher 30 anos, e no fim descobre que ele não enxergar um palmo diante do nariz, só pode ser um idiota. Mas não é isso que importa, isso é opinião alheia, o que importa é a minha opinião sobre mim, e a minha opinião é: Eu sou um Idiota, e daí?
O Idiota se sente inferiorizado, como se fora um vermezinho no comando de um grande robô, com aparência humana, pelo qual ele tem domínio imperfeito. Um boneco vazio de alma, de vida, de vitalidade, comandado por um pilotinho humilhado, que não sabe fazer com seu corpo, nem tem do espaço exterior uma interpretação correta, portanto está inabilitado para a solução de seus problemas, e às vezes não percebe os problemas, o que o torna dependente das circunstâncias. Esse vermezinho é um ator, ele imita os gestos humanos, os sentimentos humanos, mas sente o vazio de seu boneco, a distância entre ele e seu corpo. Por isso ele é chamado de ide+ota, ou seja, uma idéia, um esboço mínimo, uma mente ínfima. Perdido num corpanzil enorme e aparentemente humano.
Porém quando ele se compara ele se agiganta. É melhor que um passarinho, mais sábio que um macaco, mais forte que um elefante, mais importante que as baleias. Disse importante, pois, por nenhum desses bichinhos Jesus deu seu sangue redentor, e por esses vermezinhos prisioneiros de seus robôs, sim, seja pela aparência humana, seja em respeito ao verme que sobrevive neles, somos e fomos dignos da redenção. Isso nos agiganta.
Pense comigo, sujeito lúcido e super dotado, e acompanhe meu raciocínio idiota. Se não conseguiu vê-lo, use uma lupa, algo que torne a minha pequenez visível e minha voz audível.
Suponha que eu seja inglês. Desembarco em uma ilha habitada por gente estranha com uma língua nunca ouvida por mim. Derrepente ouço um som familiar, a língua inglesa. Isso, para mim, é como uma luz que se ascende na caverna escura de minha alma. Percebo de imediato se é um escocês ou britânico, canadense, ou estadunidense, variações sobre o mesmo tema, pois o que importa é a esperança de ser entendido, ouvido, aceito. Agora suponha que você é um idiota (Deus o livre disso) e desembarca em uma ilha de pessoas estranhas. Se houver um único idiota nela, você o reconhecerá a distância, ele brilhara diante de seus olhos, você o reconhecerá. Mas, meu amigo as línguas todas tem uma fonte comum, e em todas elas há semelhanças sonoras e escritas, portanto para um idiota, como eu, se tornara clara todas às idiotices ditas, sentidas, agidas nesse mundo dos que se consideram não idiotas. Compreende isso?
Eu gostaria de ser diferente, mas não posso livra-me de minha condição. Dos idiotas deve se esperar bem pouco, pois somos treináveis, não educáveis. Somos muitas vezes vazios de serviços afetivos para afago do ego alheio. Representamos o que podemos, sinto muito.
Você já pensou na idiotice que foi a condenação de Cristo. Crucifica-o, crucifica-o. Crime induzido, arquitetado, planejado e executado pelas mãos alheias, terceirizadas, numa sempre muito característica transferência de culpa. Não sabiam eles que o Próprio Deus vingaria seu FILHO? Que em igual medida, faria justiça pelas mãos alheias? Será que esses doutos homens, não foram capazes de perceber que o crime cometido conta Deus era infinitamente maior do que toda a perseguição sofrida desde a saída de Ur ate o "cativeiro" e o êxodo, passando pelo Holocausto, ou qualquer outro ato de justiça? Não; não é assim? Então me diga, porque tantos reveses através dos milênios, quanta dispersão de energias, quanta sede de domínio inútil.
Não seria mais “idiota” aceitar a autoria intelectual daquele crime, fazer a Mea Culpa, e reconhecer a quem e contra quem impuseram em seu orgulho de presunção? Não acabaria a maldição? Não se tornariam cristãos? Não aceitariam o fardo leve do Filho, ao invés do fardo pesado quase insuportável que impõe aos Góis? Não é esse fardo que esta despertando no mundo a revolta?
Porém, eu sei que não serei ouvido na minha pequenez. Não serei lido na minha estupidez, apenas como ator que sou, imito o gesto, cumpro o papel, sorrio o sorriso vazio e inoperante do escravo prisioneiro de si mesmo.
E se por um acaso, outro idiota, me reconheceu nestas linhas, por favor, vá ao espelho e diga: Eis ai minha natureza, a mais profunda, sou um idiota... O que fazer? Sou um idiota, e daí? A vida continua, e nós os dependentes de tudo, estendemos a mão para o Pai... Segura na Mão de Deus e vai, pois ela, ela te sustentará... Diz a canção. Não temas, segue adiante... Então: o Ancião perguntou: Quem são aqueles vestidos de Branco? Respondi, não sei, tu sabes Senhor. Ele então disse: são os que vêm da grande tribulação, lavaram suas almas no Sangue do Cordeiro.
Nós os escravos atores do corpanzil inútil, deixaremos essa prisão na terra, e possivelmente na ressurreição, preencheremos nosso Robô por inteiro, num corpo que será glorioso, vivo, ardente de amor pelo senhor Deus Visível. Já não seremos humilhados, pois na justiça ninguém haverá de querer ser mais ou menos que outro, pois seremos todos apenas e tão somente o que somos, sem cobiça ou inveja, num grande e eterno ato de louvou. E a terra será restaurada.



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sábado, 31 de outubro de 2009

Uma luta sem Fim; Hospital de Foz do Iguaçu, obra do Governo Requião.





Um esqueleto herdado, foi totalmente construído no Governo Roberto Requião, esse que costumam esconder como obra do Governo por ser um Hospital Municipal em Foz do Iguaçu é resultado de uma longa luta política do governo Requião.

Agora me diga, você ja viu isso em algum jornal?


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quinta-feira, 29 de outubro de 2009

O outro lado da Lua.



















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sábado, 17 de outubro de 2009

Homenagem aos professores de ARTES


Gerações de artistas paranaenses tiveram sua iniciação no Colégio Estadual do Paraná. Excelentes professores passaram por lá. Mostro aqui, um quadro de um professor, que nos últimos 25, ou 30 anos ensinou desenho, pintura , escultura e história da Arte, na ESCOLINHA DE ARTES DO COLÉGIO ESTADUAL DO PARANÁ. O quadro é do professor Sérgio Della Giacoma, mestre de valores, formas e cores.

Imagem de Quatro Barras, Paraná.
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Chique é ser BRASILEIRO.

Falou e disse!
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O Grupo 23 de Outubro disponibiliza nesse Blog 411 textos. Visite os textos mais antigos.

Nova postagem do Grupo de Estudos G 23 ( Curitiba Paraná Brazil)

sábado, 10 de outubro de 2009

O FAS, não faz.

A antiga FREI, Fundação de Recuperação de Indigentes, fazia um dificil e trabalhoso esforço em solucionar os problemas dos mendigos de rua em Curitiba. Mas como isso exigia muito trabalho e seu objetivo era explicito no nome, mudaram seu nome para FAS, Fundação de Ação Social, algo mais brando, pois distribuir brinquedos numa vila é ação social, levar um cadeirante a uma peça de teatro é ação social, levar um pacote de açucar a uma instituição qualquer é uma ação social.
Agora recolher e recuperar indigentes é tarefa das mais difíceis e trabalhosa. Sei do que falo, foi autor do SIM Sistema de Integração do Menor, trabalhei na FAMA Fundação de Assistência ao Menor Aprendiz e no IAM, Instituto de Assistência ao Menor, e sei da tendência de se extinguir essas instituições para se livrar do problema. Assim o SIM foi extinto, a ASSOMA, Associação de Menores Abandonados também se perdeu. O problema porém existe ainda que todos lavem as suas mãos. Na primeira foto você vê cinco homens dormindo em uma entrada residencial. No filme você verá impressionante número de mendigos ( dez ou onze) dormindo no abrigo de um restaurante em Curitiba. Todos com cobertores limpos conseguidos em uma instituição qualquer, e que eles abandonarão, para amanhã irem em busca de outro> Enquanto isso a FAS, com suas Kombis, e Micros passeiam pela cidade, apenas defendendo espaços comerciais de "amigos" da prefeitura. Ou seja, o problema não é a existência de indigentes e sua recuperação, mas que eles não incomodem certos tipos de comércio de grande porte, ou setores turisticos da cidade, ou durmam nas rodoviárias, ou terminais de transporte coletivo. Para eles a vadiagem é problema de polícia, e a transferem para o Policiamento Militar. A FAS não faz.



video

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segunda-feira, 28 de setembro de 2009

A prefeitura do PSDB em Curitiba.












Enquanto isso as Kombis da FAS passeiam gastando gasolina.



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Imagen desafio.

Onde fica esse auditório?



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Passeio familiar com padrão europeu há menos de cem quilômetros de Curitiba.

Travessia.
Ilha do Mel, por apenas 17,50 Reais, num barco moderno, com ar condicionado, som, Tv de Plasma, bancos reclináveis e 87 passageiros que desfrutam de lindo visual com bom ou mau tempo.

Ilha do Mel, partindo de Paranaguá e chegando a Ilha sem molhar os pés. Inacreditável.

Um almoço por quinze Reais por pessoa, e pousadas maravilhosas oferecendo todo o conforto. Você irá dividir a mesa com dinamarqueses, holandeses, franceses, argentinos, só não encontrará curitibanos, pois esses acham que não vale a pena conhecer a linda Ilha do Mel.











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O oculto nas sementes.


O Culto das Sementes Bíblicas.

Todos devem saber que a Bíblia nos recomenda guardar a décima parte das melhores sementes para o replantio.

Sim esse ensinamento é uma lição de prudência e melhoramento genético das plantações, uma lição desprezada.

Recentemente, a Embaixada do Brasil, em Honduras, foi cercada, teve a água, abastecimento de comida, luz e comunicações cortadas. Essa lição nos mostra como nos mostra também os laboratórios de psicologia experimental, que água e comida, são os primeiros elementos de garantia da vida, mas também os primeiros instrumentos de escravização. Podemos ensinar animais com o uso da comida e bebida (Reforço), e podemos dominar sociedades inteiras pelo controle da comida e água. Assim desde milênios essas necessidades básicas têm sido usadas no controle e modificação do comportamento dos homens.

Farei uma pequena brincadeira com o artigo O e a palavra Culto, ora na Semente esta OCULTO, o culto da liberdade. Sim, dizia Geraldo Vandré: Você me prende e eu escapo morto. Ora isso é o que nos ensinam as sementes, ela tem ocultos o germe da vida e da liberdade, o ideário da ressurreição da vida, de sua permanência e de sua perseverança e persistência.

Nesse momento da história Universal, onde a transgenia é instrumento de dominação, urge voltarmos ao culto Bíblico das Sementes, mas urge que esse Culto seja ainda mais radical. Fica proibido comermos sementes e jogá-las no lixo em ambiente ácido, onde pelas condições elas se esterilizam. Urge que se plantem tudo. Comeu uma laranja separe as sementes, um tomate, separe as sementes, uma abacate, separe as sementes. E plante tudo. Na rua, na praça, no jardim, na beira das estradas, nos caminhos, nas terras que se possui. Urge que se plante toda a semente que caia ao nosso alcance. Com esse culto nós homens estaremos plantando a nossa liberdade, garantindo as nossas vidas, e sonegando aos dominadores desse mundo os elementos que lhes permitiriam o domínio radical dos povos. Plantem tudo e preservem a água. Nós sobreviveremos àqueles que querem nos esterilizar, nos convencer que não devemos ter filhos, que devemos sumir em nome da inviabilidade de nossas economias pessoais, cederem o espaço livre do mundo para uma classe de poderosos, que julgam poder julgar quantos filhos podemos ter, o que devemos comer, por onde podemos andar, quanto espaço devemos ter para viver como escravos do sistema.

Plante segundo “O Culto Bíblico”, pois ali está Oculta a Vida e a Liberdade.



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sábado, 26 de setembro de 2009

Inversão do Fluxo.

Inversão do Fluxo migratório da juventude dentro de uma escala de valores sociais.
A tese que trago aqui não é nova. Diz respeito às Forças Armadas Brasileiras e a uma guerra que estamos perdendo. Estamos perdendo a juventude para o vício, o tráfico e o relativismo de todos os valores. Não há amor nem à patria nem as demais instituições, somente amor ao dinheiro, diheiro facil, se possível.
A tese que trago, pode ser contestada pelos militares, mas eu a trago porque ela se ajusta aos anos de minha observação nessa vida. As forças armadas foram responsáveis pelo fluxo de jovem dos interiores do Brasil, para os grandes centros e ou suas proximidades. Nada de errado nisso e era conveniente que fosse assim.
É chegada à hora, no entanto, dessa inversão, e é chegada à hora, da sociedade brasileira perceber as vantagens de investimentos nas forças armadas principalmente enquanto instituição formadora de homens e mulheres verdadeiros e comprometidos com a construção e defesa de um país.
O governo do Paraná nesses últimos anos procurou melhorar a educação, os serviços, a saúde, a comunicação, o comercio, o emprego, nas pequenas e médias cidades, de modo a recriar a identidade e as vantagens na qualidade de vida dessas cidades frente aos graves problemas vividos nas metrópoles e suas regiões metropolitanas. Tirar os jovens da virtualidade da vida urbana e colocálos em contacto com o concretismo da vida do interior ( nos dois sentidos) Os resultados, no Paraná, segundo o IPARDES, já se pode sentir estatisticamente com uma redução do fluxo migratório e fixação do homem do campo, hoje bem valorizado.
As Forças Armadas também podem contribuir com essa inversão de fluxo, levando jovens para os mais longínquos e carentes rincões do país, PARA SEREM TREINADOS, numa guerrilha, numa guerra, uma guerra muito especial, a de salvar a juventude brasileira no exercício da solidariedade com as populações mais necessitadas desse país, sem, no entanto perderem de vista o treinamento militar e profissional. Conhecer o Forte do Principe da Beira, e os milhares de brasileiros mortos na Madeira Mamoré, por exemplo. Juventude em contacto com a sua realidade histórica, e com a consciência de quanto precisamos fazer por todos, não somente para a solução pessoal e egística, mas em respeito pelos brasileiros que nos antecederam na construção da pátria.
Tenho muita fé, nessa estratégia, e muita fé que a sociedade brasileira entenderia muito melhor os pesados recursos que nossas Forças Armadas necessitam e necessitarão num futuro bem próximo, para a defesa e garantia de nossa plena Soberania.
Wallacereq@gmail.com.


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sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Pensamento do dia.

Todos vêem as mãos trabalharem, mas ninguém vê o cérebro trabalhar.




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quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Fundação Pedroso Horta.

Muitos, me perguntam o que faz a Fundação Pedroso Horta.

No artigo terceiro de seu estatuto, poderemos ler:
1) realizar simpósios, curso, seminários e promoções similares;
2)Criar e manter publicações;
3)Patrocinar pesquisas, estudos e trabalhos de ciência politica, económica e social;
$) Manter convênios e intercâmbios com outras entidades;
5)Assessorar parlamentares, dirigentes partidários, militantes, corriligionários e administradores públicos;
6)Apoiar e orientar organizações de base, institutos e departamentos do Partido, a nível estadual , municipal e distrital;
7)Asessorar o Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) no exercício de suas funções permanentes, conforme prevê a Legislação Eleitoral e Partidária vigente, realizando a formação de quadros partidários e promovendo estudos e debates políticos, económicos, sociais e culturais.

A Fundação Pedroso Horta está organizada em todo o Brasil, em alguns estados apresenta-se como Fundação Ulisses Guimarães.

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Pesados investimentos do Governo nesse Simpático Hospital Municipal


Município de Marumbí;
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Hospital Regional de Araucária, Paraná, Brasil








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Indice de pobreza cai no Paraná, pobreza se combate com trabalho. e desonerando os setores que mais empregam.


O índice de pobreza teve queda de 8,25 pontos percentuais no período de 2003 a 2008 no Paraná, segundo dados do Centro de Políticas Sociais da FGV – Fundação Getulio Vargas, a partir do resultado da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgados na íntegra nesta terça-feira (22). De acordo com o instituto, em 2003, 16% dos paranaenses viviam na chamada linha da pobreza. Cinco anos depois, o índice caiu para 7,75%. A queda mais acentuada aconteceu de 2005 a 2007, período em que foi adotada uma série de medidas na área fiscal pelo governador Roberto Requião.
fotos



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terça-feira, 22 de setembro de 2009

Investimentos no desenvolvimento da face militar da Sociedade Brasileira.

Investimentos em Forças Armadas.
Eu me pergunto o que falta para nossa juventude? Adrenalina, aventura, responsabilidade, sentimento de pertença, sentimento de cooperação e utilidade. Falta para nossa juventude responsabilidade cívica, atividade interessante que possa absorver boa parte dessa intensa energia dos anos juvenis, falta educação, disciplina, atividades competitivas e grupais, aplicação real de suas inteligências e habilidades, amor e ajustamento social. Falta profissão.
Ora, se eu não estou totalmente errado, as forças armadas, com pequenas alterações de comportamento institucional, poderiam recompor ao menos 90% dessas faltas, carências.
A Constituição reza que o serviço militar é obrigatório. Seriam então muitos milhares de jovens, perto ou pouco mais de milhão, ainda não calculei ou pesquisei. Como manter essa juventude engajada em uma Força Armada, interessante, cativante, educativa e integradora? Com investimentos seguramente.
Uma rápida olhada no parque industrial brasileiros imediatamente percebemos que podemos construir uma indústria, bélica, ou militar, de primeira linha e em nível das demais concorrentes, ou possíveis contentoras. Esses investimentos então seriam em contratos industriais que absorvesses grande parte dos contingentes da juventude alistada no exercito, marinha e aeronáutica. Produzir armas, veículos, aviões, navios, e ao mesmo tempo, desenvolver-se atleticamente e militarmente. Se bem colocado os fatos, pode ser absolutamente sedutor da juventude. Não só para a juventude, mas para o desenvolvimento da indústria, da tecnologia, da economia. Serviço obrigatório militar, soldados-operários-militarmente treinados. Atletas, criativos, ajustados, cooperativos, amantes e construtores da pátria. Construir e operar as suas criações tem sido a vocação humana de todos os tempos, atropeladas pelo consumo e um comércio voraz. Vítimas da ingerencia das nações poderosas sobre as fracas, que as limitam e oprimem.
Ressalvados esses vícios históricos, essa indústria bélica de tecnologia, indústria das profissões mais modernas existentes, em todos os níveis do conhecimento humano, e tudo, está a nossa disposição no “continente” brasileiro. Energia, sim Energia. Comercio de produtos bélicos sim, lucro, sim, equipamento adequado e moderno construído por brasileiros, sim. Armas atômicas, sonoras, micro-ondas, tecnologia eletrônica, biológicas, químicas, sim tudo o que for possível desenvolver. Tudo sobre o signo do mandamento divino: Não Matarás. Força total, para evitar o conflito, gerar o respeito, garantir a paz e a Soberania do solo pátrio.
Esses investimentos gerarão infra-estrutura num plano quase orgânico, e conseqüentemente desenvolvimento em todos os setores do conhecimento humano.
Jovens, masculinos e femininas, absorvidos num programa estatal de elevação da qualidade física, intelectual, moral, cívica... E guerreira, no sentido amplo de desenvolver o aprendizado de lutar para as conquistas mais profundas da sociedade brasileira. Um soldado, um irmão.
O acúmulo histórico das estruturas e do conhecimento militar é necessário para o alavancamento de nossa sociedade, foi no passado, é hoje, será no futuro. Com a nossa Força... Armada, a segurança e a honra de sermos brasileiros construtores de uma nação forte capaz de se garantir em quaisquer circunstâncias. Assim fizeram outros países, assim faremos nós.
Essa é uma proposta para um plano nacional, de desenvolvimento das Forças Armadas. Uma Força consciente do compromisso de retorno social de seus investimentos e privilégios.

Wallacereq@gmail.com



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O Colar de Resistência Nacional


O colar de resistência.
Nesse texto um pouco longo, defenderemos ao mesmo tempo duas teses. A do “utis possidetis”, a soberania sobre o solo ocupado e a de que não há, haverá ou houve prejuízo as nações quando investem investirem no futuro nas forças armadas nacionais.
O tema é bem complexo, e eu faço aqui um esboço simplificado. O caçador e o militar, na história das culturas estão a um passo um do outro. O caçador ampliava o território, disposto a lutar com animais ou homens para manter sua família, ou seu grupo. Os militares são na origem um aperfeiçoamento institucional dos homens armados, e não houve na história da humanidade expansão territorial sem o concurso de homens armados, na forma de exércitos, tribos ou clãs. Assim foi o império Romano, o Império de Alexandre, o Império Muçulmano, e todas as demais expansões territoriais, ainda que coloniais. Os navegadores das descobertas americanas eram sim soldados (viviam do soldo) armados, ordenados como marinheiros dispostos a lutar, e infantarias dispostos a ocupar e fixar. Um estudo das cidades quinhentistas e seiscentistas no Brasil nos mostra como um rosário de ocupações militares, fortificações, feitorias armadas, vilas e posteriormente cidades, que como um colar, um terço de contas separadas por certa distância, pontearam de feitorias e fortalezas o solo ocupado e agora defendido. Uma ação insofismavelmente militar.
Pelo oeste brasileiro, os jesuítas, ocupavam e urbanizavam vilas. Ora, mas os Jesuítas também eram militares, da Companhia de Jesus, soldados de Cristo seguidores daquele heróico e santo soldado chamado Ignácio de Loyola. Soldados de Cristo, ou do Rei, esse homens não eram “Florzinhas”, desejosos de não sujar sua batinas, fardas, mãos e botas, eram valentes e intrépidos desbravadores, combatentes, e fixadores tanto do cristianismo, quanto de tudo o mais que acreditavam. Assim, também eram os piratas, sem bandeira, mas não deixavam de ser soldados, assim também eram os navegadores mercenários, que navegavam e combatiam a peso de ouro.
Se nesse principio, na historia de nosso país, vislumbramos a ação de padres e militares na implantação da civilização brasileira, houve, momentos, principalmente após a expulsão dos jesuítas que o Brasil permaneceu 200 anos sem escolas. Coube aos militares, a tarefa, de treinar homens, vesti-los e exercitá-los nos deveres para com a pátria. Isso muitas vezes significava instruí-los e alfabetizá-los. Coube aos militares, mesmo aqueles que se apresentam como bandeirantes, donatários, capitães de mato, ou simples soldados, as tarefas das mais árduas, como a instalação das linhas de telegrafo, a abertura de caminhos, construção de pontes, demarcação das fronteiras nacionais, e sempre a formação cívica de grande número de jovens. Foz do Iguaçu no Paraná e Guairá derivam de vilas militares, como de resto, foram os militares já no tempo do Império, a estabelecer pontos de ocupação da região amazônica brasileira. Poderia me estender aqui em pormenores dessa epopéia militar na Amazônia Brasileira, desde a viabilização das comunicações, o correio, o socorro médico, a defesa territorial, a permanência e ocupação do solo, quando não, representando a única presença do Estado, e da Justiça.
Assim, se formos criteriosos devemos as Forças Armadas, ar, terra e água, a posse desse imenso território, pois sem eles, e a constante presença deles, os civis, abandonados à própria sorte, já não saberiam se eram OU NÃO BRASILEIROS, ou haveriam de ter desistido de habitar tão distantes e desassistidas regiões.
Assim, por maiores que tenham sidos os investimentos nas forças Armadas Brasileiras, esse recursos redundaram, em civismo, formação de jovens, construção de estradas e comunicação (eletrônica e correio), defesa, auxilio ao atendimento a saúde, garantia das fronteiras nacionais, e defesas singular da nossa Soberania.
Urge novos investimentos nas forças armadas, e urge, um novo olhar sobre as diversas missões e vocações dos militares brasileiros frente uma sociedade numerosa e empobrecida.
Todavia, posto o que esta acima, urge que, com a ajuda sempre pronta das Forças Armadas Brasileiras, nós construamos cidades, como um colar de resistência, no entorno de Toda a Região Amazônica Legal, mesmo dentro do solo brasileiro, para garantir, com a presença de civis e militares, de maneira inequívoca e incontestável a posse (Utis Possidetis) desse imenso território. Um colar nas faixas de fronteira, cidades, vilas, feitorias, bases militares, que permitam a pesquisa, o desenvolvimento sustentável dessa região cobiçada pelo mundo todo. Não desviem a atenção para o Pré Sal, o território histórico da Amazônia Legal Brasileira possui riquezas que dizem respeito não apenas a saúde das maquinas, mas diz respeito diretamente a saúde dos homens.
O próximo presidente do Brasil haverá de ter essa perspectiva, o investimento, no equipamento, mas acima de tudo, fazer valer o dispositivo constitucional, de que cada jovem obrigado ao serviço militar se empenhe, pelos militares de carreira supervisionados, em conhecer e defender esse patrimônio da sociedade brasileira que é o solo pátrio em toda a sua integralidade.
Moços, homens que estão à deriva na sociedade brasileira, não estariam assim, se a Força Armada dispusesse de recursos suficientes para intoduzi-los na vida da Pátria, com todos os seus valores e todas as suas responsabilidades. Há países onde os jovens servem a pátria durante três longos anos. Nós, com consciência cívica, poderemos em um ano de serviços obrigatórios, resgatar muito do que perdemos na sociedade e resolver muito dos mais graves problemas em curso nos mais afastados rincões do país.
Essas duas missões cívicas, viabilizar as forças Armadas, e construir esse "colar de resistência", ocupação, pesquisa e desenvolvimento, é mais do que um sonho, é uma obrigação dos brasileiros, que devem desde já se preocupar em escolher e eleger políticos capazes e dispostos a isso realizaram.
O Brasil, sempre precisou dos militares, desde o inicio de sua história. Eles foram estigmatizados pela mídia e pelas esquerdas, mas o Brasil não seria o que é sem eles, na Colônia, no Reino Unido, no Império, ou na República.
Hoje somos duzentos milhões de habitantes, haveríamos de ter, soldados em número proporcional à nossa população civil masculina e feminina. Soldados suficientes, são servidores públicos fardados e armados, prontos a dar a vida pela pátria.


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